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Valerie Perrine, indicada ao Oscar por “Lenny” e atriz de “Superman”, morre aos 82 anos

Carreira marcada por versatilidade e momentos decisivos no cinema dos anos 1970 atravessou décadas e enfrentou a doença de Parkinson

Valerie Perrine, indicada ao Oscar por “Lenny” e atriz de “Superman”, morre aos 82 anos
Imagem: Reprodução

A atriz Valerie Perrine, indicada ao Oscar por sua atuação em Lenny e conhecida por papéis em Superman e Superman II, morreu nesta segunda-feira (23), aos 82 anos. Segundo comunicado divulgado por sua amiga Stacey Souther, a causa foram complicações relacionadas à doença de Parkinson, diagnosticada há cerca de 15 anos.



Souther também confirmou a morte ao público e organizou uma campanha para ajudar nos custos do funeral.


“Valerie Perrine deu tudo de si para sua arte, seus fãs e sua vida, com graça, humor e um espírito indomável que o próprio Parkinson nunca conseguiu extinguir completamente”, escreveu.



Nascida em Galveston, no Texas, em 3 de setembro de 1943, Perrine iniciou a trajetória como showgirl em Las Vegas antes de migrar para o cinema. Sua estreia veio com Matadouro 5, dirigido por George Roy Hill, onde interpretou Montana Wildhack. No ano seguinte, participou da adaptação televisiva de Steambath, em uma atuação que chamou atenção na época.


O reconhecimento mais amplo chegou com Lenny (1974), dirigido por Bob Fosse. No filme, viveu Honey Bruce, ao lado de Dustin Hoffman, papel que lhe garantiu indicação ao Oscar de Melhor Atriz e o prêmio de interpretação feminina no Festival de Cannes.


Nos anos seguintes, ganhou projeção popular ao interpretar Eve Teschmacher, assistente de Lex Luthor, personagem de Gene Hackman, nos filmes Superman (1978) e Superman II (1980). Também integrou o elenco de O Cavaleiro Elétrico, ao lado de Robert Redford.


A carreira enfrentou um momento difícil com Can’t Stop the Music, produção estrelada pelo Village People que teve baixa recepção e lhe rendeu uma indicação ao Framboesa de Ouro. “Arruinou minha carreira. Mudei para a Europa depois, fiquei tão envergonhada”, disse anos depois.



Perrine seguiu atuando nas décadas seguintes, com participações em títulos como A Fronteira, de Tony Richardson, Do Que as Mulheres Gostam, além de séries como Homicídio: A Vida na Rua, Northern Exposure, ER e The Practice.


Em 2020, Souther dirigiu o documentário Valerie, que revisita a trajetória da atriz e sua convivência com a doença. Perrine deixa um irmão, Kenneth, que também foi diagnosticado com Parkinson.





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