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Morre Brad Arnold, vocalista e fundador do 3 Doors Down, aos 47 anos

Uma voz que marcou os anos 2000 se despede, deixando músicas que continuam ecoando

Morre Brad Arnold
Foto: David Doc Abbott

É uma daquelas notícias que chegam pesado. Brad Arnold, vocalista e um dos fundadores do 3 Doors Down, faleceu aos 47 anos. O músico enfrentava um câncer em estágio avançado, revelado publicamente em 2025.



O último registro de Arnold nas redes sociais foi feito no Natal de 2025, quando agradeceu por ainda poder passar aquele momento ao lado da família. Segundo pessoas próximas, ele morreu cercado por amigos e familiares.


Uma banda que definiu uma era


Formado em 1996, no Mississippi, o 3 Doors Down se tornou um dos nomes centrais do chamado post-grunge, movimento que ajudou a moldar o rock de arena dos anos 2000, ao lado de bandas como Creed, Nickelback, Puddle of Mudd e Seether.


O disco de estreia, The Better Life, lançado em 1999, foi um divisor de águas. Dele saíram hits que atravessaram gerações, como Kryptonite, Loser e Be Like That. “Kryptonite”, em especial, virou um fenômeno duradouro e hoje soma mais de um bilhão de reproduções no Spotify.


Lutas fora dos palcos


A vida de Arnold nunca foi simples longe dos holofotes. Ao longo dos anos, ele enfrentou sérios problemas de saúde e falou abertamente sobre sua luta contra o alcoolismo. Em 2016, alcançou a sobriedade, marco que ele próprio descrevia como uma virada definitiva em sua vida.


Em maio de 2025, Arnold revelou que havia sido diagnosticado com câncer renal em estágio IV, já com metástase nos pulmões. Anos antes, em 2006, ele também sobreviveu a um grave acidente de carro, que exigiu múltiplos pontos e uma longa recuperação.


Controvérsias e permanência


Em 2017, o 3 Doors Down foi alvo de críticas ao anunciar uma apresentação na cerimônia de posse do primeiro mandato de Donald Trump. Mesmo com a reação negativa de parte do público, a banda seguiu em frente, mantendo sua base de fãs e continuando a fazer shows.



Com a morte de Brad Arnold, o rock dos anos 2000 perde uma de suas vozes mais reconhecíveis. Mas o legado permanece: refrões que ainda tocam em rádios, playlists e memórias de uma geração inteira que cresceu cantando sobre dúvidas, fragilidades e resistência.




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