KoRn une metal e futebol em collab com o Club Olimpia durante turnê na América do Sul
- Marcello Almeida

- há 1 dia
- 2 min de leitura
Banda inicia giro pelo continente e surpreende com parceria inédita no Paraguai

O retorno do KoRn à América do Sul já era esperado com ansiedade, mas ninguém imaginava que ele viria acompanhado de algo tão simbólico quanto inusitado. Neste sábado, em Bogotá, a banda dá início à turnê que percorre o continente antes de chegar ao Brasil, mas o que acontece fora do palco também começa a chamar tanta atenção quanto os próprios shows.
Depois de passar por países como Peru, Chile e Argentina, o grupo desembarca por aqui no dia 16 de maio, encerrando a rota sul-americana com uma apresentação que promete ser das mais intensas, ainda mais com a presença de Spiritbox, Seven Hours After Violet e Black Pantera no lineup. Antes disso, porém, há uma parada estratégica no Paraguai, marcada para o dia 13, em Assunção, e é justamente ali que a história ganha uma camada extra.
A banda anunciou uma colaboração com o Club Olimpia, um dos clubes mais tradicionais da América do Sul, tricampeão da Libertadores. A parceria resultará em uma camisa especial que mistura a estética sombria do KoRn com a identidade do clube paraguaio, criando um ponto de encontro improvável entre dois universos que, à primeira vista, não costumam dialogar.

Mas é justamente esse tipo de encontro que define bem o momento. O metal, que sempre foi um espaço de identidade e pertencimento, encontra no futebol, outro território de paixão coletiva, uma forma diferente de se expandir. Não é só merchandising. É cultura cruzando fronteiras, criando conexões inesperadas.
O anúncio rapidamente repercutiu não só no Paraguai, mas em outros países da região. No Brasil, torcedores do Sociedade Esportiva Palmeiras já começaram a imaginar algo parecido, especialmente considerando que o show da banda acontece no Allianz Parque. A ideia de ver uma collab entre o KoRn e um clube brasileiro não parece mais tão distante, e talvez nem tão improvável.
Por enquanto, tudo permanece como expectativa. Mas o movimento já foi feito. E ele diz muito. Porque o KoRn não está apenas voltando à América do Sul para tocar. Está se conectando com ela de outras formas, entendendo seus símbolos, suas paixões e suas linguagens. E, no meio disso, criando algo que vai além da música.
Porque quando culturas se encontram de verdade, o resultado nunca é previsível, mas quase sempre é memorável.
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