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Dave Mustaine nega convite a Pepeu Gomes para o Megadeth e desmonta antiga história

Boato sobre possível entrada do guitarrista brasileiro na banda volta à tona e é contestado pelo líder do grupo

Dave Mustaine, do Megadeth
Imagem: Reprodução

Ao longo de mais de quatro décadas, o Megadeth passou por inúmeras mudanças de formação e contou com músicos de diferentes origens. Entre eles, o brasileiro Kiko Loureiro, que integrou a banda entre 2015 e 2023 e se tornou um dos nomes centrais da fase recente do grupo liderado por Dave Mustaine.


Mas, antes disso, outro brasileiro já teve seu nome associado à história da banda, ainda que de forma não confirmada. Trata-se de Pepeu Gomes, guitarrista conhecido por sua trajetória com os Novos Baianos e por sua carreira solo.



A narrativa, que circula há mais de 30 anos, aponta que Pepeu teria sido convidado a integrar o Megadeth no início dos anos 1990. O próprio músico chegou a mencionar o episódio em 2006, durante uma conversa com Arthur Franquini, afirmando que recusou uma “proposta indecente” por entender que deveria permanecer no Brasil naquele momento.


Segundo essa versão, o suposto convite teria ocorrido após uma apresentação no Rock in Rio de 1991, evento que contou com a presença do Megadeth em uma de suas fases mais reconhecidas, com Marty Friedman na formação.


O assunto voltou à tona recentemente quando Mustaine foi questionado sobre o tema durante participação no Ibagenscast. Na entrevista, o músico negou a história de forma direta.



De acordo com Mustaine, nunca houve convite e ele sequer conhecia Pepeu Gomes na época. O líder do Megadeth classificou a narrativa como falsa e destacou que, naquele período, a banda estava concentrada no processo de gravação de Countdown to Extinction (1992), um dos trabalhos mais importantes de sua discografia, o que tornaria improvável qualquer mudança na formação.


A fala contrasta com a versão apresentada anteriormente por Pepeu, mantendo o episódio no campo das histórias não confirmadas que atravessam gerações dentro do rock.


Entre memória, versões e bastidores, algumas histórias continuam existindo, mesmo quando alguém decide negá-las.

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