"Pet Sounds [dos The Beach Boys] é um álbum de merda", diz Alex James, do Blur
- Marcello Almeida
- há 21 horas
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Baixista do Blur chamou clássico dos The Beach Boys de “álbum de m#rda” e fez críticas ao principal festival britânico

O baixista Alex James, conhecido por sua trajetória com o Blur, voltou a chamar atenção ao dar declarações contundentes em uma entrevista ao jornal The Times. Durante a conversa, o músico listou elementos que considera “superestimados”, e acabou atingindo dois dos nomes mais emblemáticos da cultura musical.
Entre as respostas, James foi direto ao comentar sobre Pet Sounds, clássico lançado em 1966 pelos The Beach Boys, frequentemente citado entre os discos mais influentes da história. Segundo ele:
"Pet Sounds [dos Beach Boys] é um álbum de merda".
A declaração surge justamente em um momento simbólico para o álbum, que completa 60 anos em 2026 e segue sendo celebrado com turnês comemorativas da banda no Reino Unido.
Na mesma entrevista, Alex James também direcionou críticas ao Glastonbury Festival, um dos eventos musicais mais tradicionais do mundo. Ao falar sobre o festival, ele afirmou:
"Eu simplesmente não gosto do tratamento hagiográfico que recebe da BBC. Você diria que é o único festival do mundo."
O músico foi além ao comparar o evento britânico com o Roskilde Festival, realizado na Dinamarca, destacando diferenças na experiência oferecida ao público.
"Glastonbury é uma farra sangrenta de drogas. Roskilde tem comida incrível porque é na Dinamarca, é simplesmente muito civilizado e os banheiros são bons. É um evento maravilhoso, mágico, um conto de fadas de Hans Christian Andersen."
As declarações chamam atenção também pelo histórico da própria banda no festival criticado. O Blur se apresentou diversas vezes no Glastonbury ao longo dos anos, incluindo duas ocasiões como atração principal, em 1998 e 2009.
Além das opiniões sobre música e festivais, James comentou aspectos pessoais durante a entrevista, citando preferências culturais e interesses atuais, como o aprendizado de instrumentos como oboé e violoncelo.
Atualmente, o músico segue em atividade com a turnê Britpop Classical, que passou recentemente por cidades como Londres, Manchester e Glasgow, e tem novas apresentações previstas em diferentes festivais no Reino Unido.
Declarações como essas não passam despercebidas, especialmente quando tocam em símbolos que atravessam gerações.
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