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Wes Borland diz que o Limp Bizkit vive o auge da carreira: "Não conseguimos acreditar"

Guitarrista atribuiu o crescimento da banda à conexão com o público e comentou o impacto das redes sociais no ressurgimento do grupo

Wes Borland, do Limp Bizkit.
Wes Borland, do Limp Bizkit. CRÉDITO: Katja Ogrin/Getty Images


O Limp Bizkit vive um dos momentos mais expressivos de sua trajetória. Após a apresentação como atração principal do Download Festival e o crescimento da popularidade da banda nas plataformas digitais, o guitarrista Wes Borland afirmou que o grupo atravessa o ponto mais alto de sua carreira.





Em entrevista ao canal Gear4music Guitars, Borland falou sobre a fase atual da banda e demonstrou surpresa com a repercussão alcançada.


“Estamos no nosso maior nível de todos os os tempos. É uma loucura. E não estou dizendo isso de forma arrogante. Estou dizendo que simplesmente não conseguimos acreditar.”


Segundo o músico, o momento positivo também está relacionado à convivência entre os integrantes e à energia transmitida durante os shows.


“Tem sido... nós temos muita sorte. Não sei exatamente como aconteceu, mas acho que as pessoas... Nós nos damos tão bem agora, e todos nós somos adultos e ainda nos divertimos fazendo isso, e acho que isso se reflete no público.”


O Limp Bizkit foi uma das atrações principais da edição mais recente do Download Festival, assumindo o posto de headliner 23 anos depois de originalmente estar cotado para ocupar esse espaço. A apresentação chamou atenção pelo tamanho do público e levou parte da imprensa especializada a sugerir que o grupo reuniu mais espectadores do que alguns dos principais nomes do festival em anos anteriores.


Durante a entrevista, Borland também comentou como costuma funcionar o processo criativo da banda. Segundo ele, o vocalista Fred Durst normalmente leva ideias iniciais para o estúdio, que depois são desenvolvidas coletivamente.


“Temos estado tão ocupados ultimamente que, quando conseguimos ir ao estúdio, o retorno da nossa agenda tem sido simplesmente incrível.”


Ele também reconheceu que ainda não sabe explicar completamente o motivo desse novo crescimento.


“Não sei se é o TikTok, a nostalgia ou o quê, mas temos estado muito, muito ocupados.”


Ao relembrar a criação de algumas músicas, Borland contou que parte do repertório nasceu de improvisações.


“Às vezes ele diz: 'Escreva agora mesmo a melhor coisa que você já escreveu'. Acho que 'Break Stuff' surgiu dessa forma.”





Nos últimos anos, o catálogo da banda voltou a ganhar força nas plataformas de streaming. O clássico Break Stuff alcançou o primeiro lugar na parada Billboard Hard Rock Songs 25 anos após seu lançamento como single, enquanto músicas do grupo voltaram a circular entre novas gerações por meio das redes sociais.



Para Wes Borland, independentemente da origem desse novo interesse, o resultado é evidente: décadas após o auge do nu metal, o Limp Bizkit voltou a ocupar um espaço de destaque entre os grandes nomes do rock.



O Teoria Cultural nasceu da paixão pela cultura pop, pela música, pelo cinema e pela arte como forma de expressão e entendimento do mundo. O projeto começou como uma página no Instagram, inicialmente chamada Caro Vinil, voltada à celebração dos discos, do rock e das narrativas culturais que atravessam gerações. Saiba mais

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