Violet Grohl apresenta versão acústica de “High”, do The Cure
- Marcello Almeida

- há 1 dia
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Cantora participou da sessão Like A Version, da Triple J, e falou sobre sua relação com a banda de Robert Smith desde a adolescência

Violet Grohl apresentou uma nova versão de “High”, clássico do The Cure lançado originalmente em 1992 no álbum Wish. A cantora e compositora participou da tradicional sessão Like A Version, da rádio australiana Triple J, e levou a música para um registro mais intimista.
Acompanhada apenas por um violão, Violet optou por uma interpretação acústica e direta, deixando de lado qualquer tentativa de reproduzir os vocais de Robert Smith. A releitura preserva a melodia da faixa, mas a conduz a partir do próprio estilo da cantora.
Ao explicar a escolha, Violet contou que “High” ocupa um lugar especial entre suas músicas favoritas do The Cure.
“Essa é uma das minhas músicas favoritas do The Cure, e eu realmente não sei exatamente por quê. É uma música que sempre adicionei a muitas playlists. Eu a ouço há tanto tempo, eu simplesmente adoro essa música.”
Ela também destacou a maneira como a faixa representa, para ela, um momento específico da trajetória da banda.
“Acho que é um exemplo perfeito do som deles no início dos anos 90, e adoro a alegria infantil da letra. Acho que é uma canção de amor muito fofa, e adoro todas as imagens presentes na letra.”
Uma relação que começou na adolescência
Durante o programa, Violet revelou que começou a mergulhar de verdade na discografia do The Cure quando tinha cerca de 12 ou 13 anos. O ponto de partida foi “Friday I’m In Love”, outro dos grandes sucessos do grupo.
“Ouvi ‘Friday I’m In Love’ e simplesmente… havia algo naquela música. Ela me cativou, e logo depois disso mergulhei de cabeça na discografia do The Cure.”
Desde então, segundo a cantora, a banda passou a ocupar um espaço permanente entre suas referências.
“Sou uma grande fã do The Cure. Adoro Robert Smith.”
Além da releitura de “High”, Violet também apresentou “595”, música que fará parte de seu álbum de estreia, Be Sweet To Me.
A participação no Like A Version, assim, funcionou em duas direções: de um lado, revisitou uma das bandas que ajudaram a formar seu repertório afetivo; do outro, apresentou mais um sinal da identidade musical que ela vem construindo para seu primeiro disco.
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