Uncut, MOJO e Decibel revelam os primeiros grandes melhores discos de 2025
- Marcello Almeida

- 13 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
Quando novembro chega, a música olha para trás — e começa a escolher seus próprios marcos

As listas inauguram a temporada de retrospectivas e mostram um ano marcado por retornos históricos e novas vozes em ascensão.
Novembro oficialmente abriu a temporada em que a internet vira um campo elétrico de debates, consensos improváveis e brigas apaixonadas: chegou a hora das listas de melhores discos do ano.E, como sempre, quem dá a largada são alguns dos veículos mais tradicionais da crítica musical internacional — Uncut, MOJO e Decibel.
As três revistas cobrem universos muito diferentes entre si: do folk experimental ao rock alternativo, do soul contemporâneo ao metal extremo. E, ainda assim, 2025 já começa a revelar alguns pontos de encontro entre elas.
Britpop em nova fase, rock britânico revigorado
Tanto a Uncut quanto a MOJO colocaram o Pulp no topo com More, e celebraram o retorno inspirado do Suede com Antidepressants. Dois ícones do Britpop dividindo protagonismo quase três décadas depois de seus auges — e provando que boa parte do rock britânico de 2025 não está apenas sobrevivendo: está encontrando novas formas de soar relevante.
A Uncut, por sua vez, também destacou o novo trabalho do Stereolab, reforçando essa linha de artistas de trajetória longa que seguem puxando a música para frente com naturalidade.
O outro extremo: o metal segue vivo, denso e inventivo
Enquanto isso, na Decibel, o destaque vai para o metal em sua fase mais criativa dos últimos anos.Bandas como Deadguy, Messa e Paradise Lost dominam o Top 5 e mostram uma cena que permanece pesada, experimental e emocionalmente complexa — sem medo de crescer para todos os lados.
Os melhores discos de 2025 segundo Uncut, MOJO e Decibel
Top 5 — Uncut
5- End of the Middle — Richard Dawson
4- Bleeds — Wednesday
3- Antidepressants — Suede
2- Instant Holograms on Metal Film — Stereolab
1- More — Pulp
Top 5 — MOJO
5- Can’t Lose My (Soul) — Annie & the Caldwells
4- Double Infinity — Big Thief
3- EURO-COUNTRY — CMAT
2- Antidepressants — Suede
1- More — Pulp
Top 5 — Decibel
5- The Return Of Magik — Rwake
4- Ego Dissolution — Ancient Death
3- Ascension — Paradise Lost
2- The Spin — Messa
1- Near-Death Travel Services — Deadguy
As listas são apenas o início. Até dezembro, novos rankings chegam, outras narrativas surgem e a disputa pelos “discos do ano” ganha contornos ainda mais intensos. Por ora, 2025 já mostra uma combinação poderosa: veteranos em plena forma, novas vozes brilhando e um mundo musical que não para de se reinventar.
Em breve, nossos discos queridinhos do ano chegam por aqui também.















Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic.
Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor…