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Turnstile faz história no Grammy 2026 e leva dois prêmios com NEVER ENOUGH

Do porão para o centro do palco. Hardcore sem concessões, agora com reconhecimento global.

Turnstile
Reprodução: Kyle Myles/The New Yorker

A noite da 68ª edição do Grammy Awards marcou um ponto de virada para o Turnstile. Um dos nomes mais fortes do hardcore contemporâneo deixou a premiação com dois troféus e, de quebra, cravou seu espaço definitivo no mainstream do rock pesado — sem diluir identidade, discurso ou som.



O álbum NEVER ENOUGH, lançado em 2025, garantiu à banda o prêmio de Melhor Álbum de Rock, superando pesos-pesados como Deftones, HAIM, Linkin Park e Yungblud. Um feito que diz muito sobre o alcance do disco e sobre como o Turnstile conseguiu dialogar com públicos distintos sem abandonar as raízes.


A dobradinha ficou completa com BIRDS, que levou a estatueta de Melhor Performance de Metal, deixando para trás nomes consagrados como Dream Theater, Ghost, Sleep Token e Spiritbox. Um reconhecimento que reforça a potência da banda também no território mais pesado da premiação.



Ao subir ao palco, o vocalista Brendan Yates fez questão de puxar o holofote para onde tudo começou: a cena underground. Em discurso citado pela Revolver Magazine, ele afirmou:


“A comunidade que encontramos através da música punk e hardcore nos deu um espaço para nos aventurarmos na escuridão e aterrissarmos em algum lugar belo”.



A vitória do Turnstile vai além dos números ou das categorias. É simbólica. Mostra que o hardcore pode atravessar fronteiras, ocupar palcos maiores e dialogar com o mundo sem virar produto domesticado. Em 2026, o gênero não pediu licença — foi lá e venceu. 🤘



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