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Red Hot Chili Peppers esclarecem documentário da Netflix e reforçam homenagem a Hillel Slovak

Antes que o pânico tomasse conta, o Chili Peppers resolveu falar

Red Hot Chili Peppers
Imagem: Divulgação

Depois do anúncio feito nesta sexta-feira (30) de que o Red Hot Chili Peppers ganharia um documentário da Netflix intitulado The Rise of the Red Hot Chili Peppers, a banda decidiu se pronunciar oficialmente. E fez isso de um jeito que, num primeiro momento, gelou o sangue de parte dos fãs, especialmente aqueles que vivem atentos a qualquer sinal de hiato ou de uma nova saída de John Frusciante.



O motivo do esclarecimento foi simples e direto: o filme não é um documentário oficial do Red Hot Chili Peppers sobre sua própria trajetória. Em comunicado publicado apenas em texto branco sobre fundo preto — formato que, por si só, já acendeu alertas nas redes — a banda explicou que a produção é, na verdade, uma homenagem ao guitarrista Hillel Slovak, membro fundador do grupo, falecido em 1988.


A banda deixou isso claro no texto, mantendo o tom respeitoso, mas firme:


“Queridas pessoas do universo,Mais ou menos um ano atrás, pediram para nos entrevistar para um documentário sobre Hillel Slovak. Ele foi um membro fundador do nosso grupo, um grande guitarrista, e um amigo. Nós concordamos com a entrevista devido ao amor e respeito por Hillel e sua memória.


No entanto, agora este documentário está sendo anunciado como um documentário do Red Hot Chili Peppers, o que não é. Nós não tivemos nada a ver com ele criativamente. Nós ainda precisamos fazer um documentário do Red Hot Chili Peppers. O assunto central deste especial atual da Netflix é Hillel Slovak e nós esperamos que isso faça aumentar o interesse nele e em seu trabalho.”


Ou seja: não há ruptura, não há anúncio escondido e nem crise interna. O que existe é uma participação pontual, motivada por respeito à memória de um amigo fundamental para a gênese da banda.



Dirigido por Ben Feldman, o documentário entra no catálogo da Netflix no dia 20 de março e traz depoimentos de Flea e Anthony Kiedis, além de relatos de amigos e colaboradores que ajudam a contextualizar a importância de Hillel Slovak para o som, a estética e o espírito do Red Hot Chili Peppers.



Mais do que um ajuste de expectativas, o comunicado recoloca a discussão no lugar certo: este filme não é sobre o fim ou o futuro da banda, mas sobre o passado que ajudou a construir tudo o que veio depois. E, nesse sentido, a homenagem faz todo sentido.

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