Hayley Williams afirma que não quer público racista, sexista ou transfóbico em sua nova turnê solo
- Marcello Almeida
- há 20 horas
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“Não quero racistas por perto, nem sexistas, e nem pessoas que acham que pessoas trans são um fardo"

Enquanto se prepara para voltar aos palcos com a turnê de Ego Death At A Bachelorette Party, Hayley Williams tem refletido sobre o tipo de ambiente que deseja criar em seus shows. Em entrevista à revista Clash (via Consequence), a vocalista do Paramore afirmou que seu público ideal é formado por pessoas que acreditam na diversidade e no respeito.
Em um dos trechos da conversa, Hayley enfatizou os limites que considera fundamentais para garantir um espaço seguro para todos.
“Não quero racistas por perto, nem sexistas, e nem pessoas que acham que pessoas trans são um fardo. Acho que agora essa é uma linha divisória para mim.”
Segundo a cantora, o objetivo é que qualquer pessoa que chegue ao show com ideologias discriminatórias perceba rapidamente que aquele não é um espaço que acolhe esse tipo de postura.
“Espero que, naturalmente, as pessoas que nutrem essas ideologias nocivas não se sintam bem-vindas, porque ao entrarem, perceberão que a turma toda está aqui, unida em torno de algo positivo. Todos são bem-vindos se acreditam que todos devem ser bem-vindos… Se você não acredita nisso, não é bem-vindo!”
A partir de março de 2026, Hayley Williams inicia uma longa turnê internacional que passará pela América do Norte, Europa e Reino Unido para divulgar o novo álbum. A expectativa dos fãs brasileiros é que a cantora inclua o país no roteiro em algum momento.
Ego Death At A Bachelorette Party apresenta um caminho mais experimental em comparação aos trabalhos anteriores da artista, incluindo faixas de sonoridade crua, fragmentada e emocionalmente intensa, elementos já sugeridos no single “Mirtazapine”. O disco marca uma fase criativa mais independente para Hayley, mantendo diálogo com os anteriores Petals for Armor e Flowers for Vases / descansos, mas abrindo novas possibilidades estéticas.
Com a turnê prestes a começar, a artista reforça que sua prioridade é oferecer um espaço inclusivo, onde o público se reconheça na mesma energia coletiva que impulsiona sua nova fase musical.











