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Green Day aposta em clássico e tom contido na abertura do Super Bowl LX

A banda levou seus maiores hinos ao palco, mas deixou a veia política fora da transmissão oficial

Billie Joe Armstrong, do Green Day
Foto de Ronald Martinez/Getty Images

O Green Day foi o responsável por abrir a Super Bowl LX neste domingo (8), no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. Em poucos minutos, o trio entregou um medley certeiro com versões abreviadas de “Holiday”, “Boulevard of Broken Dreams”, American Idiot” e “Good Riddance (Time of Your Life)”, apostando na força do repertório que atravessou gerações.



O que mais chamou atenção, porém, foi o tom da apresentação. Diferente do que o histórico recente da banda costuma indicar, o show foi marcado por uma postura mais musical e menos confrontacional. Não houve discursos, nem alterações de letra com recados explícitos, algo comum nas aparições do grupo em grandes palcos.


Ainda assim, um detalhe não passou despercebido. Durante “American Idiot”, Billie Joe Armstrong cantou a letra original com o verso “the subliminal mindf**k America”, o que resultou em um corte imediato do áudio na transmissão televisiva, evidenciando o limite do que a cerimônia estava disposta a exibir.




A escolha por uma performance mais “comportada” contrastou com a expectativa de parte do público, especialmente após declarações recentes de Armstrong criticando duramente o ICE e a administração Trump fora dos palcos. No Super Bowl, no entanto, o Green Day preferiu deixar que as músicas falassem por si — sem discursos, sem provocações diretas, apenas os hinos que ajudaram a definir sua trajetória.




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