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Crânio de Triceratops é batizado de “Ozzy” em homenagem a Ozzy Osbourne

Quando o rock atravessa eras e vira fóssil

Ozzy Osbourne
Imagem: Reprodução

Um tributo tão pesado quanto improvável acaba de eternizar Ozzy Osbourne fora dos palcos. Os restos fossilizados de um impressionante crânio de Triceratops, com cerca de 68 milhões de anos, foram oficialmente batizados de “Ozzy” e entram em exibição ainda este mês no tradicional Tucson Gem & Mineral Show, no Arizona.



O fóssil foi descoberto na Formação Hell Creek, em Montana, uma das regiões mais ricas do mundo em achados do período Cretáceo. Depois da escavação, passou por um processo detalhado de restauração no Laboratório Paleontológico Geoworld, na Itália, onde ganhou sua forma final antes de ser integrado à exposição Fossils Of The Rock.


A homenagem partiu de Vladislav Shabalin, criador do projeto, que decidiu associar o crânio restaurado pouco depois da morte de Ozzy à simbologia do rock. A escolha não foi apenas estética. Segundo o laboratório, o Triceratops remete de imediato ao gesto dos “chifres do rock”, eternizado por Ozzy nos palcos do Black Sabbath e incorporado à iconografia do heavy metal.


Apesar de herbívoro, o Triceratops estava longe de ser um animal frágil. Com três chifres poderosos e uma enorme gola óssea, conseguia se defender de predadores como o Tyrannosaurus rex. Uma imagem que dialoga diretamente com a aura construída por Ozzy ao longo da carreira: sombria, teatral, intensa e indomável.



O crânio “Ozzy” se soma a outras homenagens curiosas espalhadas pelo mundo. O nome do cantor já batiza o Ozzy the Bull, em Birmingham, além de uma espécie de rã e até um microrganismo descrito por cientistas. Cada uma dessas referências reforça a mesma ideia: o impacto de Ozzy Osbourne ultrapassa discos, décadas e gêneros.


Agora, literalmente, atravessa milhões de anos.



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