Cinebiografia de Ozzy e Sharon Osbourne avança e já tem ator escolhido para viver o Madman
- Marcello Almeida

- 14 de jan.
- 2 min de leitura
O nome do ator segue em sigilo, mas Jack não escondeu o entusiasmo ao falar da escolha

A aguardada cinebiografia que vai retratar a relação entre Ozzy Osbourne e Sharon Osbourne finalmente deu um passo concreto depois de anos em compasso de espera. Segundo a família, o ator que interpretará Ozzy já foi escolhido, e o projeto entrou, de fato, em modo de produção.
A informação foi confirmada por Jack Osbourne durante uma participação no programa Influenced, da SiriusXM, apresentado por Billy Morrison. De acordo com ele, o longa passou cerca de seis anos em desenvolvimento dentro da Sony e agora avança com mais segurança.
O nome do ator segue em sigilo, mas Jack não escondeu o entusiasmo ao falar da escolha:
“Já temos nossa escolha definida, e não posso dizer nada ainda, mas é um ator fenomenal. Fenomenal mesmo. Já temos um diretor contratado e estamos reescrevendo o roteiro agora.”
O filme está sendo produzido por Sharon ao lado de Jack e Aimée Osbourne, através da Osbourne Media, em parceria com a PolyGram Entertainment e sob supervisão da Sony. A proposta é focar menos na mitologia do rockstar e mais na história do casal, atravessada por fama, excessos, conflitos e sobrevivência.
Em 2024, quando o projeto voltou a ser comentado publicamente, os irmãos Osbourne chegaram a especular possíveis nomes para o elenco durante o The Osbournes Podcast. Jack citou Bill Hader como uma escolha ideal para viver seu pai, destacando a capacidade do ator de se transformar em cena. Já Kelly Osbourne sugeriu Florence Pugh como uma Sharon Osbourne “perfeita”. Até agora, nada foi confirmado.
“Vocês sabem quem eu quero que interprete o pai. Bill Hader. […] Todo mundo pensa que sou maluco até que eu mostre uma foto lado a lado, [sem falar] na capacidade daquele cara de se transformar [em um personagem].”
O longa ganhou ainda mais peso simbólico após a morte de Ozzy, em 22 de julho de 2025, aos 76 anos. O vocalista enfrentava problemas de saúde há anos, incluindo Parkinson e doença arterial coronariana, e faleceu após um ataque cardíaco. Com isso, a cinebiografia deixa de ser apenas um projeto nostálgico e passa a carregar também o papel de registro definitivo de uma das figuras mais contraditórias, carismáticas e influentes da história do rock.
Por enquanto, o mistério em torno do ator permanece. Mas, pelo tom adotado pela família, a sensação é de que o filme finalmente encontrou sua forma, e que a história de Ozzy e Sharon será contada com o cuidado e a intensidade que ela sempre exigiu.
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