Autoridades de Seattle reafirmam conclusão sobre morte de Kurt Cobain
- Marcello Almeida

- há 23 horas
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Posição oficial mantida. Polícia e legista dizem não haver base para reabrir o caso, apesar de novas alegações

Em meio a novas alegações envolvendo a morte de Kurt Cobain, as autoridades de Seattle reafirmaram a conclusão oficial do caso. Em comunicado, o Gabinete do Médico Legista do Condado de King informou que a autópsia foi conduzida de forma completa, em conjunto com a polícia, e que todos os procedimentos adequados foram seguidos, mantendo inalterada a determinação original.
A polícia de Seattle também reforçou sua posição oficial sobre o caso.
“O Gabinete do Médico Legista do Condado de King atuou em colaboração com a polícia local, realizou uma autópsia completa e seguiu todos os protocolos necessários para concluir que a causa da morte foi suicídio”, afirmaram.
“não vimos nada que justifique a reabertura deste caso nem a revisão da nossa determinação anterior sobre o óbito”.
Segundo as autoridades, existe abertura para uma reavaliação apenas se surgirem novas evidências concretas. Até o momento, no entanto, afirmam que não há justificativa para a reabertura da investigação, conforme informou a polícia em resposta às recentes alegações divulgadas pela imprensa internacional.
A manifestação oficial ocorre após a divulgação de uma nova análise feita por uma equipe independente de cientistas forenses do setor privado. O grupo afirmou ter identificado supostas inconsistências na autópsia do vocalista do Nirvana, após revisar documentos do caso e examinar evidências da cena por três dias.
Essa equipe trabalhou em colaboração com a pesquisadora Michelle Wilkins e com o especialista Brian Burnett. Segundo eles, a análise teria sido conduzida de forma “exaustiva”. Entre os pontos levantados estão questionamentos sobre detalhes do relatório oficial, possíveis inconsistências físicas na cena e dúvidas relacionadas ao bilhete deixado por Cobain.
Em declaração à imprensa britânica, Burnett afirmou considerar o caso “um homicídio” e defendeu que a investigação fosse reaberta. Apesar disso, mais de 30 anos após a morte do músico, as autoridades seguem sustentando a conclusão estabelecida em 1994 e mantêm o caso oficialmente encerrado.















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