Angine de Poitrine viraliza com KEXP e dispara nos streams: Brasil está no Top 5 global
- Marcello Almeida
- há 16 horas
- 2 min de leitura
Dupla canadense transforma performance em fenômeno mundial e salta de milhares para milhões de plays em poucas semanas

O nome Angine de Poitrine pode até soar novo para muita gente, mas a verdade é que a dupla já deixou de ser promessa faz tempo. Bastou uma performance na KEXP para tudo mudar, e rápido.
Com uma estética fora do padrão, explorando microtonalidade e uma abordagem criativa que foge completamente do lugar comum, o duo canadense encontrou exatamente o que muitos artistas passam anos procurando: um momento. E quando esse momento veio, ele veio grande.
De acordo com dados divulgados pela Luminate, a repercussão da apresentação se transformou em números concretos, e impressionantes. A plataforma compilou um ranking dos países que mais consomem a banda, somando streams de áudio e vídeo, e o alcance global chama atenção.
Os Estados Unidos lideram com folga, seguidos por Canadá e Reino Unido. Mas o dado que chama atenção por aqui é a presença do Brasil no Top 5, empatado com a França, mostrando que o público brasileiro segue atento, e aberto, a novas sonoridades.
O ranking completo ficou assim:
01 – Estados Unidos – 8,7 milhões
02 – Canadá – 5,9 milhões
03 – Reino Unido – 2,3 milhões
04 – México – 1,3 milhão
05 – Brasil – 1,1 milhão
05 – França – 1,1 milhão
07 – Itália – 1 milhão
08 – Alemanha – 96
9,4 mil09 – Chile – 786,7 mil
10 – Austrália – 724,9 mil

Mas talvez o dado mais revelador não esteja no ranking, e sim na velocidade desse crescimento.
Antes da session na KEXP, o Angine de Poitrine registrava menos de 150 mil streams semanais. Um número modesto, quase discreto. Depois do vídeo, tudo mudou. Em questão de semanas, os plays saltaram de 5 milhões para mais de 11,2 milhões, num crescimento que não só impressiona, mas também explica o porquê de tanta gente estar falando sobre eles agora.
Não é só viralização. É impacto real. E talvez seja esse o ponto mais interessante: não foi uma música feita pra algoritmo. Não foi um hit calculado. Foi uma performance, estranha, autêntica, fora do eixo, que encontrou as pessoas no momento certo.
No meio de tanto conteúdo, ainda é o inesperado que realmente atravessa.

.png)