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“Wish You Were Here” entra para o Clube do Bilhão no Spotify e reafirma a eternidade do Pink Floyd

Algumas músicas não passam. Elas ficam

Pink Floyd em 1973
Pink Floyd em 1973 (Foto: Michael Ochs Archives / Getty Images)

Há canções que acompanham gerações inteiras sem nunca perder o peso emocional. “Wish You Were Here”, um dos momentos mais delicados e universais do Pink Floyd, acaba de cruzar a marca de 1 bilhão de reproduções no Spotify, entrando oficialmente para o seleto Clube do Bilhão da plataforma.



O feito não é apenas estatístico. Ele diz muito sobre como certas músicas continuam encontrando novos ouvintes mesmo décadas depois de terem sido criadas. Lançada em 1975, “Wish You Were Here” segue funcionando como um ponto de encontro entre melancolia, ausência, amizade e memória, temas que nunca saem de cena.


E o bom momento do Floyd não para por aí. A banda também voltou ao topo da parada britânica de álbuns no último Natal com a edição de 50 anos de Wish You Were Here, superando lançamentos contemporâneos e reafirmando a força de um catálogo que não depende de nostalgia para se manter relevante.


A reedição comemorativa trouxe um material especial: seis demos inéditas e versões alternativas das faixas originais, permitindo ao público espiar mais de perto o processo criativo por trás de um dos discos mais influentes da história do rock. Não é apenas um relançamento, mas quase um documento histórico.



Com isso, o álbum cravou um recorde raro e simbólico: o maior intervalo já registrado entre duas lideranças no topo das paradas britânicas, exatamente 50 anos separando a primeira da segunda vez em primeiro lugar. Meio século depois, o Pink Floyd prova, mais uma vez, que algumas obras não envelhecem. Elas apenas atravessam o tempo, encontrando novas formas de tocar quem escuta.



Porque, no fim, certas músicas não pertencem a uma época. Pertencem às pessoas.




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