Marvel, sobre o polêmico projeto de lei 'Don't Say Gay': "iremos continuar promovendo igualdade"


A gigante Marvel se pronunciou em relação às discussões em torno do projeto de lei 'Don't Say Gay' nos EUA, dizendo que a empresa "denuncia fortemente" qualquer legislação que afete os direitos da comunidade LGBTQ+.


O projeto de lei liderado pelos republicanos, formalmente conhecido como Parental Rights in Education, proíbe discussões sobre orientação sexual e identidade de gênero do jardim de infância à terceira série (de 8 a 9 anos). Eles defendem que as conversas sobre identidade deveriam ser tratadas pelos pais, não pelas escolas.


Uma declaração compartilhada pela Marvel Studios nas redes sociais diz o seguinte: “Nós denunciamos fortemente toda e qualquer legislação que infrinja os direitos humanos básicos da comunidade LGBTQIA+. Marvel Studios significa esperança, inclusão e força; e estamos orgulhosos com a comunidade.

 

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Hoje, nos comprometemos a continuar nosso forte compromisso como aliados que promovem os valores de igualdade, aceitação e respeito.”

A notícia veio após o CEO da Disney, Bob Chapek, pedir desculpas aos funcionários na semana passada por seu silêncio sobre o projeto.


Chapek já havia enviado um e-mail para a equipe, alegando que “declarações corporativas fazem muito pouco para mudar os resultados ou as mentes”.


“Simplificando, eles podem ser contraproducentes e minar formas mais eficazes de alcançar mudanças”, acrescentou, segundo o site Deadline.


Os funcionários LGBTQIA+ do estúdio Pixar, de propriedade da Disney, enviaram uma carta à empresa controladora, acusando-os de se afastar do debate público sobre “legislação preconceituosa” enquanto continuavam lucrando com a comunidade LGBT.


Na declaração de desculpas de Chapek nas redes sociais, ele escreveu: “Está claro que esta não é apenas uma questão sobre um projeto de lei na Flórida, mas mais um desafio aos direitos humanos básicos. Você precisava de mim para ser um aliado mais forte na luta por direitos iguais e eu te decepcionei. Sinto muito."


A Casa Branca também chamou a legislação de “odiosa” e algo que visa “estudantes vulneráveis”.

 

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