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Janet Jackson ficou de fora da cinebiografia de Michael por decisão própria

24 de abr.
2 min de leitura

Segundo La Toya, cantora foi convidada, mas optou por não participar do longa que já está em cartaz

Jaafar Jackson como Michael Jackson na cinebiografia Michael
(Divulgação/Universal Pictures)

A ausência de Janet Jackson na cinebiografia de Michael Jackson não é um detalhe qualquer, é uma escolha. O filme Michael já está em exibição, mas uma das figuras mais importantes da história da família Jackson simplesmente não aparece na narrativa. Quem esclareceu a situação foi La Toya Jackson, durante a estreia em Los Angeles.



Segundo ela, Janet chegou a ser convidada para integrar o projeto, mas decidiu não participar.


“Eu gostaria que todos estivessem no filme. Ela foi chamada, mas preferiu não fazer parte, e a gente respeita isso”, explicou.


Dirigido por Antoine Fuqua, o longa acompanha a trajetória de Michael desde os tempos do Jackson 5 até o auge da carreira solo, especialmente na era do álbum Bad. O papel principal ficou com Jaafar Jackson, sobrinho do artista, em uma produção que contou com o envolvimento direto dos herdeiros do cantor.


Mesmo com a presença de outros membros da família, a ausência de Janet chama atenção, não só pelo peso do nome, mas pelo silêncio que isso cria dentro de uma história já tão exposta. Fuqua comentou o assunto com cautela:


“Tenho muito respeito e carinho por ela… e está tudo bem. O importante é que ela apoia o Jaafar”.


Além disso, o filme também chega cercado de ajustes e discussões. Parte do final precisou ser refeita após limitações legais envolvendo episódios da vida de Michael, o que impactou diretamente a construção narrativa. Em declarações recentes, o diretor ainda tocou em temas sensíveis ao sugerir que, em certos casos, “há pessoas que podem agir de forma cruel por interesse financeiro”.



Apesar das controvérsias, a expectativa comercial é alta. O portal Deadline projeta uma estreia global robusta, colocando o longa na disputa entre as maiores bilheterias do gênero, ainda dominado por Bohemian Rhapsody.



No fim das contas, o filme tenta organizar uma vida que sempre escapou de qualquer narrativa simples. Mas a ausência de Janet lembra algo essencial: nem toda versão da história está disponível, e talvez nunca esteja. Porque algumas presenças também se definem pela ausência.



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