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Janet Jackson ficou de fora da cinebiografia de Michael por decisão própria

Segundo La Toya, cantora foi convidada, mas optou por não participar do longa que já está em cartaz

Jaafar Jackson como Michael Jackson na cinebiografia Michael
(Divulgação/Universal Pictures)

A ausência de Janet Jackson na cinebiografia de Michael Jackson não é um detalhe qualquer, é uma escolha. O filme Michael já está em exibição, mas uma das figuras mais importantes da história da família Jackson simplesmente não aparece na narrativa. Quem esclareceu a situação foi La Toya Jackson, durante a estreia em Los Angeles.



Segundo ela, Janet chegou a ser convidada para integrar o projeto, mas decidiu não participar.


“Eu gostaria que todos estivessem no filme. Ela foi chamada, mas preferiu não fazer parte, e a gente respeita isso”, explicou.


Dirigido por Antoine Fuqua, o longa acompanha a trajetória de Michael desde os tempos do Jackson 5 até o auge da carreira solo, especialmente na era do álbum Bad. O papel principal ficou com Jaafar Jackson, sobrinho do artista, em uma produção que contou com o envolvimento direto dos herdeiros do cantor.


Mesmo com a presença de outros membros da família, a ausência de Janet chama atenção, não só pelo peso do nome, mas pelo silêncio que isso cria dentro de uma história já tão exposta. Fuqua comentou o assunto com cautela:


“Tenho muito respeito e carinho por ela… e está tudo bem. O importante é que ela apoia o Jaafar”.


Além disso, o filme também chega cercado de ajustes e discussões. Parte do final precisou ser refeita após limitações legais envolvendo episódios da vida de Michael, o que impactou diretamente a construção narrativa. Em declarações recentes, o diretor ainda tocou em temas sensíveis ao sugerir que, em certos casos, “há pessoas que podem agir de forma cruel por interesse financeiro”.



Apesar das controvérsias, a expectativa comercial é alta. O portal Deadline projeta uma estreia global robusta, colocando o longa na disputa entre as maiores bilheterias do gênero, ainda dominado por Bohemian Rhapsody.



No fim das contas, o filme tenta organizar uma vida que sempre escapou de qualquer narrativa simples. Mas a ausência de Janet lembra algo essencial: nem toda versão da história está disponível, e talvez nunca esteja. Porque algumas presenças também se definem pela ausência.



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