top of page

Alex Lifeson revela que deixou a maconha antes de voltar aos palcos com o Rush

Guitarrista afirma que decidiu abandonar a cannabis após perceber efeitos sobre sua concentração e diz ter sentido melhorias na memória e na rotina

Alex Lifeson
Imagem: Reprodução


Alex Lifeson, guitarrista do Rush, revelou que parou de consumir maconha aos 72 anos depois de perceber que o hábito estava interferindo em sua capacidade de concentração e na disciplina necessária para voltar à estrada com a banda.





Em entrevista à Rolling Stone, Lifeson contou que tomou a decisão cerca de quatro meses antes do início da atual turnê, que marca o retorno do Rush aos palcos após mais de uma década.


Ao lado de Geddy Lee e da baterista Anika Nilles, o guitarrista precisou retomar uma rotina intensa de preparação para executar um repertório conhecido pela complexidade técnica. Foi durante esse processo que começou a reconsiderar seu consumo de cannabis.


“Pensei: isso está interferindo no funcionamento do meu cérebro e no tipo de foco e disciplina que, de repente, eu realmente queria ter na minha vida”, explicou.


A partir daí, Lifeson decidiu se desfazer do que ainda possuía e interromper completamente o consumo.


“Minha mente está muito mais lúcida”


Segundo o guitarrista, os efeitos da mudança começaram a aparecer nas semanas seguintes. A experiência acabou sendo diferente do que ele próprio esperava.


“Minha mente está muito mais lúcida. Não procrastino mais como antes. Minha memória está muito melhor”, afirmou.


Lifeson também contou que pretende prolongar o período sem maconha durante os compromissos do Rush. A intenção é permanecer assim pelos próximos dois anos, acompanhando o ciclo da turnê.


“Tem sido uma experiência realmente positiva. Eu não esperava por isso”, resumiu.


Rush vive primeiro ciclo de shows sem Neil Peart





O retorno aos palcos representa uma mudança significativa para Lifeson e Geddy Lee. O Rush não realizava uma turnê desde 2015, e o baterista Neil Peart, integrante fundamental da formação clássica do trio, morreu em 2020.


Para os novos shows, Lee e Lifeson passaram a contar com Anika Nilles na bateria.

Na mesma entrevista, os dois músicos também falaram sobre as dificuldades que acompanharam a possibilidade de retomar o Rush sem Peart. Lee revelou, inclusive, ter se incomodado quando Lifeson comparou anteriormente uma possível reunião a uma “banda cover”.


“São as suas músicas”, respondeu Lee ao recordar sua reação. “Não é uma banda cover.”

Depois da atual etapa norte-americana da turnê Fifty Something, o Rush tem compromissos previstos para América do Sul e Europa em 2027, incluindo apresentações em Glasgow, Manchester e três noites na O2 Arena, em Londres.


Para Lifeson, o retorno exigiu não apenas reaprender a rotina de uma grande turnê. Também provocou uma mudança pessoal que, aos 72 anos, ele diz ter devolvido clareza, memória e concentração à sua vida cotidiana.



Comentários


O Teoria Cultural nasceu da paixão pela cultura pop, pela música, pelo cinema e pela arte como forma de expressão e entendimento do mundo. O projeto começou como uma página no Instagram, inicialmente chamada Caro Vinil, voltada à celebração dos discos, do rock e das narrativas culturais que atravessam gerações. Saiba mais

  • Whatsapp
  • Instagram
  • Facebook
  • X
  • Tópicos

Categorias + Comentadas

Institucional

Teoria Cultural

INSCREVA SEU EMAIL PARA RECEBER

ATUALIZAÇÕES, POSTS E NOVIDADES

© 2026 Todos os direitos reservados a Teoria Cultural |  PRODUZIDO CRIADO E DESENVOLVIDO, com EXPRESSÃO SITES

Expressão Sites
bottom of page