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Rush repudia ataques a Israel e afirma que Hamas quer o fim dos judeus

Como parte de uma família judia, Geddy Lee viu sua mãe, Mary Weinrib, vivendo a terrível experiência do Holocausto.

Imagem: Reprodução.


Na sexta-feira passada, o Rush emitiu uma declaração oficial abordando o conflito em andamento entre o Hamas e Israel, que afeta diretamente a população da Faixa de Gaza. Uma breve mensagem foi divulgada em nome de Geddy Lee, o baixista e vocalista, e Alex Lifeson, o guitarrista, que são os membros restantes da banda.


Confira o texto abaixo:


"Estamos profundamente consternados com as notícias que relatam as atrocidades brutais e os terríveis assassinatos a sangue frio cometidos pelo grupo terrorista Hamas. Essa organização se dedica à destruição do Estado judeu e à extinção de seu povo. Nossos sentimentos de solidariedade estão com o povo de Israel e a comunidade judaica global, enquanto enfrentam esses eventos aterrorizantes. São atos de crueldade indescritível, e não há justificativa para eles. Além disso, nossa compaixão se estende a todas as vítimas inocentes em Gaza que perderam suas vidas, foram feridas ou colocadas em perigo devido às ações desumanas desse regime terrorista."



Como parte de uma família judia, Geddy Lee viu sua mãe, Mary Weinrib, vivendo a terrível experiência do Holocausto, com vários membros de sua família perdendo a vida nas mãos dos nazistas. A obra do Rush frequentemente aborda questões inspiradas por essas experiências em diferentes momentos.


Até o momento, as forças militares de Israel relataram que os ataques do Hamas e os contínuos lançamentos de foguetes resultaram na perda de mais de 1.300 vidas e deixaram, no mínimo, 3.200 pessoas feridas até a sexta-feira.


Por outro lado, na Faixa de Gaza, o Ministério da Saúde informou que os ataques aéreos conduzidos por Israel resultaram na morte de pelo menos 2.215 indivíduos, incluindo 724 crianças, e deixaram mais de 8.700 feridos.



Em Nova York, nos Estados Unidos, o Brasil convocou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, já que o país detém a presidência rotativa desse órgão. Recentemente, houve um desenvolvimento importante com o Egito e Israel chegando a um acordo para a retirada de cidadãos estrangeiros da área afetada pelo conflito. O Catar desempenhou um papel nas negociações, e, além do Hamas, o grupo palestino Jihad Islâmica também concordou com essa medida.

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