Rolling Stones avaliam “mini-residências” pelo mundo após cancelar turnê
- Marcello Almeida
- há 17 horas
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Menos estrada, mais tempo no palco, e do jeito deles

O futuro dos Rolling Stones voltou ao radar nesta semana a partir de uma informação revelada por Alison Boshoff, jornalista do Daily Mail. Segundo ela, após o cancelamento da turnê que aconteceria no verão do Hemisfério Norte, a banda liderada por Mick Jagger estaria redesenhando seus próximos passos com uma solução mais flexível, e bastante estratégica.
A ideia em discussão seria apostar em três “mini-residências” ao redor do mundo: uma nos Estados Unidos, outra no Reino Unido e uma terceira na Argentina. O formato permitiria que o grupo fizesse shows consecutivos durante cerca de uma semana em cada local, seguido por um intervalo de aproximadamente duas semanas de descanso.
O modelo surge como resposta direta a uma limitação recente. De acordo com informações de bastidores citadas por Boshoff, a turnê foi descartada principalmente por questões de saúde envolvendo Keith Richards, que não estaria em condições de enfrentar deslocamentos constantes entre cidades e países. Nesse cenário, reduzir viagens e concentrar apresentações em um único local por vez seria a alternativa mais viável.
Hoje, os Stones seguem com sua formação histórica enxuta: Mick Jagger e Keith Richards, ambos com 82 anos, e Ronnie Wood, de 78. Desde 1994, o baixo fica a cargo de Darryl Jones, enquanto a bateria passou a ser assumida por Steve Jordan em 2021, após a morte de Charlie Watts.
Nada foi confirmado oficialmente pela banda até o momento, mas o plano de residências parece dialogar bem com a realidade atual do grupo. Menos desgaste, mais controle e a chance de transformar cada parada em um pequeno evento histórico. Se for esse o caminho, os Rolling Stones mostram mais uma vez que sabem se adaptar ao tempo, sem jamais parecerem fora dele.











