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Peter Buck se abre sobre uma possível volta do REM: "o sentimento e de gratidão e espanto"

Após uma carreira de décadas, a banda se separou em 2011

REM em 1996. Crédito: Christopher Bilheimer.

 


 

Em uma nova entrevista para o portal da Classic Rock Magazine (via Louder Sound), Peter Buck, ex-guitarrista do REM, falou sobre o que ele pensa em relação a uma possível reunião da banda.


O emblemático grupo que emplacou diversas canções no cenário Indie, se separou em 21 de setembro de 2011, compartilhando um comunicado em suas redes sociais com a seguinte mensagem: "como amigos de longa data e co-conspiradores, decidimos encerrar o dia como banda", acrescentando que eles estavam colocando fim na coisa com "um grande senso de gratidão, de finalização e de espanto por tudo o que realizamos”.

 


 

Entretanto, na nova entrevista, Buck reafirmou que o fim do REM é permanente.


“Quando as coisas não musicais se tornaram tão intensas, isso tirou um pouco do prazer de mim”, disse Buck, refletindo sobre o sucesso da banda depois que eles ficaram “realmente grandes”.


“São apenas aquelas coisas em que você meio que acorda e pensa: 'Deus, eu realmente não quero tirar uma foto minha hoje. E eu realmente não quero fingir ser um ator em algum vídeo onde não posso atuar'.”

Ele ainda acrescentou: “Adorei tocar no Glastonbury e tocar para muitas pessoas e vender várias cópias de discos, mas nunca foi o motivo pelo qual fiz isso. E quando chegamos ao ponto em que decidimos que era o fim, parecia uma ótima experiência compartilhada. Eu não mudaria, mas não vou voltar a fazê-lo.”

 


 

O guitarrista também falou que eles colocaram fim na hora certa. Que realmente ele sente que fizeram tudo o que eles queriam, acrescentando: "Terminamos no nosso auge. Isso vai ficar eternizado."


“Os dois últimos discos foram realmente fortes”, disse ele. “Mas eu senti que não importa o quão bom foi nosso último disco, não era mais o nosso momento. E isso é justo, e eu entendo isso.


E tivemos sorte. Na última turnê que fizemos, ainda estávamos tocando para um grande número de pessoas. Fomos para a América do Sul, que era como ser os Beatles. Então todos pensaram: 'Sim, este é realmente um bom ponto de parada.





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