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Brian May, do Queen, ficou "Perplexo" com a morte de Taylor Hawkins


Brian May e Taylor Hawkins no VH1 Rock Honors de 2006. CRÉDITO: Jeff Kravitz/FilmMagic, Inc. m

Brian May, do Queen, lamentou profundamente a morte prematura e inesperada do baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins.


Hawkins faleceu de maneira repentina, em Bogotá, Colômbia, na última sexta-feira (25 de março) pegando todos de surpresa, dois dias antes de se apresentar com o Foo Fighters no Lollapalooza Brasil.


May que era amigo de Hawkins falou sobre a tragédia durante uma entrevista no SiriusXM – lembrando que havia acabado de falar com o baterista antes de sua morte.



“Taylor era muito próximo do [Queen], ele esteve no meu estúdio algumas vezes. Na minha vida, eu falei com ele muitas vezes. Falei com ele há apenas uma semana desde quando o perdemos”, disse May (via Variety). “Falamos sobre coisas do dia a dia, falamos sobre Dave [Grohl], sobre como é a vida, suas alegrias, frustrações, estar no Foo Fighters.”


Hawkins era um grande fã do Queen, com o Foo Fighters regularmente tocando músicas da banda durante as apresentações ao vivo. Durante o último show da banda no Lollapalooza Argentina, Hawkins pegou o microfone para um cover de 'Somebody To Love' do Queen, enquanto o frontman Dave Grohl assumiu as baquetas.


“Nós nos aproximamos de maneira instantânea porque Taylor e Pat Smear eram os fãs mais informados do Queen, eles sabiam mais sobre nós do que nós”, disse May ao conhecer a dupla. “Ficamos chocados ao descobrir o quanto eles gostavam de nós.”


May descreveu Hawkins como “o melhor publicitário do Queen de todos os tempos”.


“Ele tem sido tão bom para a nossa imagem!” disse o guitarrista. “Onde ele meio que nos considerava legais – o que na época muitas pessoas não consideravam.”


Ele ainda acrescentou: “Taylor nem era da minha geração. Eu penso nele como um menino – da mesma forma que eu via George Michael como um menino – perdê-los parece muito errado. Isso faz você se sentir tão frustrado. Faz você sentir vontade de negociar com a morte.”


“Isso faz você se sentir como se você olhasse o suficiente, se você falasse o suficiente, se você analisasse o suficiente, talvez você pudesse trazê-lo de volta, mas é claro que não é assim que tudo funciona. ”

 

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