top of page

Três séries de 2022 para maratonar antes do ano acabar; confira

"Até que em 2022 acompanhei algumas séries de TV. E essas são minhas 3 preferidas, sem uma ordem específica de preferência."

Imagem Montagem Internet.


O que seria de nós sem o mundo do entretenimento? Sejam os filmes ou as populares séries que adoramos assistir em um final de semana em família ou sozinhos, com um balde de pipoca. Produções que, por si só, ajudam a nos afastar da rotina trivial da correria do dia a dia no meio urbano.

Eduardo Salvalaio, nosso redator, apresentou a suas três séries favoritas desse ano. Sobre esse ano de 2022, ele diz o seguinte: "Até que em 2022 acompanhei algumas séries de TV. E essas são minhas 3 preferidas, sem uma ordem específica de preferência."





Ruptura (Severance) 1ª Temporada


Séries que retratam tão bem nossos ambientes e relações de trabalho devem ser respeitadas. Uma série que trabalha com nossa percepção e reflexão, sem soar 'cabeça' demais. E certamente uma das mais originais desses tempos.


Ruptura(Severance) chega apresentando essa proposta. Porém, de uma forma um tanto original e se inspirando bastante em produções de Ficção Científica ou até mesmo em filmes distópicos bem perturbadores. Na trama, acompanhamos os funcionários de uma empresa, um tanto obscura, a Lumon. A empresa cria um sistema onde, após uma cirurgia cerebral com o implante de um chip, os funcionários passam a ter lembranças das vidas pessoais separadas do trabalho. Ou seja, os empregados da Lumon possuem praticamente duas vidas. O mundo exterior não influencia no interior da empresa e vice-versa.


Mas nem tudo consegue ser perfeito inclusive após a chegada de uma nova funcionária, Helly (Britt Lower), que passa a questionar os métodos utilizados. Helly está sempre em constantes conflitos com as regras impostas, inclusive passa a bater de frente com as normas estabelecidas por Harmony Cobel (Patricia Arquette), a dirigente da empresa. Não satisfeita, a funcionária passa a motivar seus companheiros e exerce neles um poder de mudança, de investigação


Ruptura é a prova de que ainda existe sim originalidade para chegar nas telas. Há muitas ideias a serem aproveitadas e as produções hoje em dia não precisam sobreviver só de remakes ou reboots de filmes de sucesso. Com um final espetacular da primeira temporada, dando muito gancho para a segunda, faz o espectador ficar perplexo e também questionar que a Ficção não está tão longe assim da vida real, ela inclusive assusta e surpreende muito.




Yellowjackets- 1ª Temporada


Seria Yellowjackets um LOST da era Moderna sem soar tão confuso? Prefiro até que não seja. Mas é difícil não se prender a uma narrativa que reúne duas épocas, um elenco feminino tão contagiante e suspense em cima de suspense. Tanto que a segunda temporada vem prometendo demais.


Nos anos 90, um time de jogadoras de futebol vai participar de um campeonato nacional, entretanto o avião em que estavam sofre um acidente e cai numa floresta canadense desabitada. Com perdas, destroços do avião e sem esperança de socorro, os sobreviventes precisam se reunir, dividir tarefas e encontrar recursos para se alimentarem ou abrigarem.


É fácil se identificar com as personagens. Desvendar cada episódio e ser tomado de surpresa, ao mesmo tempo cair num processo de decifrar qual o destino que os sobreviventes tiveram deixa o espectador absorto e curioso. Sem ideia definida de heroísmo ou de vilania, assistir cada episódio sustenta argumentações que podem até mesmo nos enganar ou então, que servem apenas para puxar cliffhangers e deixar tudo mais curioso e enigmático.


Todavia, a série da Showtime merece ocupar seu espaço e receber seu valor. Deve ser lembrada como uma série dentro de suas características próprias. Sobretudo porque tem algo mais para mostrar nas próximas temporadas e nem tudo está respondido. Cada episódio traz mais reflexão sobre o que aconteceu e quem realmente conseguiu escapar da floresta, a peça do quebra-cabeça pode se juntar ou então, outra pergunta pode surgir. E parece que Yellowjackets segue por um lado mais realista, um viés mais humano, seu toque sensível de abraçar o presente em prol de um passado conturbado. Assim o espectador faz suas apostas para a série.





The Boys- 3ª Temporada


Essa é difícil de recomendar até mesmo porque é pesada e bem violenta, mas é difícil ficar imune a um mundo onde nem sempre pessoas com poderes podem nos ajudar. Porque superpoderes não existem apenas no universo Marvel e DC, sendo que agora eles são mostrados de outra forma.


No entanto, as conexões emocionais estabelecidas pela história tornam a sequência de violência muito mais palatável. A terceira temporada de The Boys é uma sátira política e da cultura pop, mas também um bom drama de ação.


É brutal, chocante e pode ser interpretado como uma crítica ao mundo em que vivemos ou ao Sonho Americano.




Decepção do ano:


Russian Doll (Boneca Russa, 2ª Temporada)

Para uma série que teve potencial para seguir adiante por conta da primeira temporada interessante, triste ver como a trama foi boba e chata, e apesar de pequena, foi quase impossível chegar ao final.

53 visualizações0 comentário

Comments


bottom of page