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Qual o sentindo da música que toca no final do terceiro episódio de The Last of Us?

A canção "Long Long Time" de Linda Ronstadt, encerra um dos episódios mais bonitos de The Last Of Us

Crédito: HBO Max


Com um desfecho bem diferente do game, o terceiro episódio de The Last of Us trouxe muita emoção para a série com a história de Bill e Frank. E, curiosamente, é uma música dos anos 1970 com o mesmo nome do capítulo que encerra sua trama.


O romance entre Bill e Frank começa pouco tempo depois do surto de Cordyceps. Encontrando Frank preso em uma armadilha, Bill o leva para sua residência. Na casa, Frank encontra o piano de Bill e olha algumas músicas que chamaram sua atenção.



Entre as diversas opções, o protagonista encontra a coletânea The Best of Linda Ronstadt e, afirmando que é sua preferida, Frank seleciona uma faixa. A canção em questão é "Long Long Time", cantada por Linda Ronstadt no disco 'Silk Purse', de 1970. A bonita serenata termina com um beijo entre os protagonistas, que dá início a uma longa relação.


Indicada ao Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina em 1971, “Long Long Time” é uma composição bastante triste, pois narra um amor não correspondido. Na história de The Last of Us, a música embala o relacionamento entre Bill e Frank — e, de alguma maneira, foi o gatilho para o amor entre os personagens.


"A ideia era que uma música aproximasse Bill e Frank. Isto faria Frank sentir-se diferente em relação a Bill, não só 'entendendo o que acontece com este cara', mas também o querendo", disse o diretor Craig Mazin no podcast The Last of Us da HBO. (via Mashable).



"Long Long Time" é um grande destaque do episódio e fica ainda mais significativo quando toca no rádio da caminhonete de Bill, enquanto Joel e Ellie seguem viagem depois de descobrirem o fim do casal. A faixa mostra a semelhança entre Bill e Joel e nos faz lembrar da relação emocionante do capítulo.

Cena de 'The Last of Us' (Foto: Divulgação/ HBO)

Além disso, ajuda a fragmentar os traços de esperança em um mundo perdido e devastado, diante de tanto caos, mortes e descontentamentos, ver que o amor pode nascer, crescer e florir mesmo no fim do mundo, é algo no mínimo bonito.

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