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Pare tudo: três livros do escritor e jornalista José Trajano que você precisa ler em 2023; confira

Atualizado: 15 de fev. de 2023

"Procurando Mônica", "Os Beneditinos" e "Aqueles Olhos Verdes" 3 livros indispensáveis para amantes da arte, da literatura e da cultura.

José Trajano | WILLY ERTEL



Nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 21 de outubro de 1946, José Trajano é um dos grandes ícones do jornalismo brasileiro. Ele é admirado por mostrar seu amor pelo seu time de coração o América-RJ, é respeitado por ter sido um dos fundadores da ESPN Brasil, é sinônimo de inspiração por ter revelado nomes no jornalismo e misturar o esporte com arte e cultura algo que ele faz muito bem desde o memorável programa de TV “Pontapé Inicial” na ESPN Brasil onde ele apresentava com o apresentador e narrador Dudu Monsanto, é símbolo de referência por ter sido integrante do programa “Cartão Verde” e é um nome forte por mostrar de forma divina os seus posicionamentos políticos e ideológicos seja na TV, na internet ou nas redes sociais com o nome de “Ultrajano”.


Mas, acima de tudo, é também um admirável escritor que se utiliza de política, música, literatura, cinema e até mesmo futebol para retratar e escrever seus romances literários com um olhar clinico para falar sobre as transformações sociais e pessoais que cada pessoa e coisa passa no mundo com os contundentes e precisos ensinamentos da vida com uma escrita bem acessível, narrativa esplendorosa e histórias únicas com uma nobre carga emocional.


Para homenagear essa importante referência cultural, o Teoria Cultural, vai mostrar e falar de três ótimos livros escritos por José Trajano para que se possa conhecer e admirar ele como um grande nome do jornalismo e da literatura no Brasil.


Os livros são "Procurando Mônica", "Os Beneditinos" e "Aqueles Olhos Verdes". São obras indispensáveis para amantes da arte, da literatura e da cultura.



 

“Procurando Mônica”


Em 2014, meses antes da famosa Copa do Mundo, na qual o Brasil foi sede, José Trajano lança seu primeiro romance, o emocionante “Procurando Mônica”, que é também conhecido como o maior caso de amor de Rio das Flores, cidade do interior do estado do Rio de Janeiro. Nesse livro, conhecemos as aventuras de José Trajano, que na época era chamado de Zezinho, foi nessa fase da vida em que ele conheceu uma garota chamada Mônica, que ele nunca mais se esqueceu.


Esse amor não correspondido, gera vários acontecimentos, sentimentos de esperança e construções de sonhos em Zezinho que estava apaixonado por Mônica, cuja paixão permaneceu por mais de 40 anos.


Utilizando-se da memória, José Trajano mostra tudo o que passou, sentiu e pensou diante desse sentimento apaixonado que sentia por Mônica, enquanto a vida dos dois estava andando com os seus inúmeros acontecimentos se utilizando de uma narrativa envolvente e cheia de bom humor. Além disso, ele mostra muito bem Rio das Flores como um local belo e cheio de lembranças boas, principalmente, para a jornada sentimental de seus protagonistas ao fazer o leitor se sentir testemunha daquele caso de amor.



"Os Beneditinos"


Em 2018, José Trajano não estava na ESPN Brasil, seja como comentarista, apresentador ou diretor de jornalismo. Ele tinha aberto e iniciando as atividades com o “Ultrajano” seu canal no YouTube e nome nas redes sociais, começado recentemente na TVT em apresentar o "Papo com Zé Trajano" um programa que lembra em certos momentos o “Pontapé Inicial” por além de falar de esporte, ele fala também sobre cinema, música, literatura e política.


Foi nesse período que ele lançou “Os Beneditinos”, seu terceiro romance, após 3 anos de ter lançado o elogiado “Tijucamérica” em 2015, onde fala do seu amor pelo bairro da Tijuca que é bairro da cidade no Rio de Janeiro e pelo seu time de futebol de coração, o América-RJ.


Em “Os Beneditinos” José Trajano, nos mostra as aventuras do São Bento Futebol Clube, seu time no colégio, enquanto apresenta um esporte diferente que é o Walking Football. Na história vemos um Zé triste e melancólico com a vida, eis que vê uma matéria jornalística que chama a atenção. Essa matéria mostra que iria ser disputado em Londres o primeiro campeonato mundial de Walking Football para pessoas de acima de 70 anos. Animado ao ler notícia, ele resolve chamar os amigos que estudaram com ele durante os anos 1950 e início dos anos 1960 no Colégio São Bento para participar do campeonato.


Com uma narrativa descritiva que é leve, magnífica e eletrizante, José Trajano descreve os personagens com primor, mostra fatos e acontecimentos dos anos 1950 e início dos anos 1960 com o uso invejável de uma memória fresca e apresenta os acontecimentos de forma bem envolvente que faz o leitor como um membro daquela turma de amigos a ponto de se divertir como se estivesse jogando o Walking Football.


“Aqueles Olhos Verdes”

Em 2021, José Trajano estava bem consolidado com seu trabalho na TVT, como colunista no portal UOL e nas redes sociais com o Ultrajano. É através dessa consolidação que ele lança seu quarto livro que é “Aqueles Olhos Verdes” em uma história mistura coisas fictícias com fatos verdadeiros passando por música, política, futebol em uma narrativa, que é marcada por passagens de tempo envolta de um personagem singular e importante na vida do autor.


Em “Aqueles Olhos Verdes” somos transportados para o ano de 1938 onde conhecemos Zé Reis, que é, avô de José Trajano. Durante o decorrer das páginas, lemos acontecimentos que afligiram a vida de Zé Reis, enquanto acontece os acontecimentos que marca Brasil e do mundo. O período narrativo do livro é entre o ano de 1938 e 1962. E também nessa obra, José Trajano não se coloca como personagem como aconteceu nos três livros anteriores.


O livro possui propõe uma leitura informativa, emocionante e fina que faz o leitor se sentir dentro da história que merece aplausos por misturar de forma ótima a vida de um personagem com coisas como futebol, música e politica em medidas certas para ver os amadurecimentos, sentir os sentimentos de Zé Reis como um contador de histórias cheias de vida, personalidade e unidade que fazem da história ser uma leitura imperdível e especial onde percebemos que José Trajano fez uma bonita homenagem literária ao seu avô com muita dignidade.


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