O Agente Secreto recebe três indicações no Online Film Critics Society Awards 2026
- Marcello Almeida

- há 23 horas
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O cinema brasileiro segue abrindo espaço, e fazendo barulho, lá fora.

Filme de Kleber Mendonça Filho concorre em categorias-chave e reforça a força do Brasil na temporada.
O reconhecimento internacional de O Agente Secreto ganhou mais um capítulo importante. O longa brasileiro foi indicado a três categorias do Online Film Critics Society Awards 2026, premiação concedida por uma das maiores associações globais de críticos de cinema que atuam na internet.
Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o filme aparece entre os candidatos a Melhor Filme de Língua Não Inglesa e Melhor Fotografia, além de garantir uma indicação individual para Wagner Moura, na categoria Melhor Ator.
Na disputa por Melhor Filme de Língua Não Inglesa, O Agente Secreto enfrenta produções igualmente prestigiadas do circuito internacional: o norueguês Valor Sentimental, o franco-espanhol Sirât, o franco-iraniano-luxemburguês Foi Apenas um Acidente e o sul-coreano A Única Saída.
Já em Melhor Fotografia, a concorrência se amplia. Além desses títulos estrangeiros, o filme brasileiro disputa espaço com produções de grande visibilidade como Marty Supreme, Uma Batalha Após a Outra, Pecadores, A Hora do Mal, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet e Sonhos de Trem.
A terceira indicação vem para Wagner Moura, que concorre a Melhor Ator ao lado de nomes de peso do cinema contemporâneo, como Timothée Chalamet (Marty Supreme), Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Michael B. Jordan (Pecadores) e Ethan Hawke (Blue Moon).
Os vencedores do Online Film Critics Society Awards 2026 serão anunciados no dia 26 de janeiro (segunda-feira).
Ambientado em Recife, em 1977, O Agente Secreto acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna à cidade natal em busca de tranquilidade, apenas para se deparar com um ambiente marcado por vigilância, repressão e tensões políticas. O filme constrói um retrato denso do Brasil dos anos 70, explorando temas como autoritarismo, controle social e memória histórica.
Depois de uma passagem consagradora pelo Festival de Cannes — onde rendeu a Kleber Mendonça Filho o prêmio de Melhor Direção e a Wagner Moura o de Melhor Ator —, o longa segue consolidando seu lugar como um dos títulos brasileiros mais fortes da temporada internacional.















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