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Novo documentário sobre John Lennon destaca um estranho pedido de desculpa do assassino

'John Lennon: Murder Without A Trial' chegará ao Apple TV + em 6 de dezembro.

John Lennon.
Crédito: Vinnie Zuffante/Getty


Segundo relatos de uma testemunha entrevistada para uma nova série de documental da Apple TV+, o assassino de John Lennon supostamente pediu desculpas após o ato fatal a tiros.


Programada para estrear em 6 de dezembro, a série intitulada "John Lennon: Murder Without A Trial", anunciada inicialmente em outubro, investiga o crime premeditado e suas ramificações, perpetrado pelo problemático fã Mark David Chapman. Este último atirou mortalmente no ex-Beatle fora de seu apartamento em Nova York em 8 de dezembro de 1980. Narrada pelo ator Kiefer Sutherland, a série de três partes promete uma análise aprofundada do trágico evento.



Os responsáveis por "Murder Without A Trial" receberam amplas requisições por meio da Lei de Liberdade de Informação, abrangendo o Departamento de Polícia de Nova York, o Conselho de Liberdade Condicional e o Ministério Público. O documentário inclui entrevistas com amigos de Lennon, advogados de defesa, psiquiatras, detetives e promotores envolvidos no caso de Chapman. Além disso, utiliza imagens inéditas do local do crime.


Entre as pessoas entrevistadas, estão Richard Peterson, o taxista que presenciou o tiroteio; Jay Hastings, o porteiro do edifício de Lennon que escutou suas últimas palavras; David Suggs, o advogado de defesa de Chapman; Elliot Mintz, amigo tanto de Lennon quanto de Yoko Ono; e Dra. Naomi Goldstein, a psiquiatra responsável pela primeira avaliação de Chapman.


Agora, uma das testemunhas teria revelado no documentário o que Chapman disse depois de atirar fatalmente em Lennon.


“'Ele realmente se desculpou conosco”, disse ele. “Ele disse: 'Puxa, me desculpe por ter estragado sua noite'”.


A testemunha respondeu: “Você deve estar brincando comigo, você acabou de arruinar toda a sua vida”.



De forma notória, a investigação do assassinato foi limitada, uma vez que Chapman aguardava no local e se declarou culpado assim que a polícia chegou. Como resultado, foi condenado a uma pena de prisão que variava de vinte anos à prisão perpétua por homicídio em segundo grau.


No ano de 2020, durante uma audiência de liberdade condicional, Chapman ofereceu um pedido público de desculpas a Yoko Ono. Ele reconheceu que seu ato foi extremamente egoísta e expressou profundo arrependimento pela dor causada a ela. Chapman afirmou: "Foi um ato extremamente egoísta. Sinto muito pela dor que causei a ela [Ono]. Eu penso nisso o tempo todo."


Entretanto, sua solicitação de liberdade condicional foi rejeitada pela 12ª vez no ano passado. Consequentemente, ele permanecerá atrás das grades pelo menos até fevereiro de 2024.



Confira o trailer abaixo:


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