Mick Jagger e Questlove estão produzindo um novo documentário sobre James Brown


Novidades sobre o icônico rei do Funk, James Brown, estão a caminho. AA & E Network confirmou a realização de um novo documentário sobre a vida e trajetória do músico. A obra vai ser dividida em quatro partes. A notícia foi divulgada ontem (26 de fevereiro) e tudo indica que deve ficar pronto em 2023.


A nova produção que recebeu o nome de: 'James Brown: Say It Loud' vai ser dirigida por Deborah Riley Draper com a produção executiva assinada por Mick Jagger, Questlove, Black Thought, entre outros.


Em um comunicado, Jagger disse estar “emocionado” por ser o produtor executivo do projeto, dizendo: “Ele foi um artista brilhante que me inspirou desde o início e estava profundamente comprometido com o movimento dos direitos civis. Sempre admirei James e aprendi muito com ele.”


Questlove e Black Thought acrescentaram:“A vida de James Brown é significativa não apenas para entender seu imenso impacto musical, que nos inspira e a outros artistas até hoje, mas também pela profunda e duradoura impressão que ele teve na cultura americana.

“A vida de Brown é uma história crucial e oportuna de luta, redenção e auto identidade e estamos honrados por ter a chance de compartilhá-la.”

Em 2014, o saudoso Chadwick Boseman estrelou como James Brown no filme biográfico Get On Up, que Jagger também produziu. No mesmo ano, Jagger também atuou como produtor do documentário da HBO Mr. Dynamite: The Rise of James Brown.


Em dezembro, o espólio de Brown foi vendido para editora e administradora Primary Wave, por um valor estimado em US$90 milhões. De acordo com relatórios da Rolling Stone, o acordo incluía a totalidade da publicação de Brown, fluxo de renda principal e direitos de nome e imagem que eram de propriedade do espólio.


Este acordo veio depois de uma grande disputa legal da família do cantor sobre a propriedade de sua obra no início do ano passado. Ele havia especificado em seu testamento em 2000 que deixaria muito pouco para seus herdeiros, além de uma bolsa de estudos de US$ 2 milhões para seus netos. A maior parte de seus bens foi deixada para estabelecer bolsas de estudo para crianças carentes na Carolina do Sul e na Geórgia.

 



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