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“Buckingham Nicks” será relançado em setembro, 51 anos após sua estreia

Obra que antecedeu o Fleetwood Mac ganha versão remasterizada e alimenta rumores de reencontro entre Stevie Nicks e Lindsey Buckingham

Stevie Nicks e Lindsey Buckingham
Imagem: Reprodução

Quase cinco décadas depois de sair silenciosamente pelas lojas em 1973, o mítico álbum “Buckingham Nicks” finalmente ganhará uma reedição oficial — remasterizada e digital — no próximo dia 19 de setembro. A confirmação veio em grande estilo: um outdoor recém-instalado no Sunset Boulevard, em Los Angeles, anunciou a chegada do relançamento e acendeu o sinal de alerta nos corações dos fãs do Fleetwood Mac.



Gravado por Stevie Nicks e Lindsey Buckingham antes da entrada triunfal na banda que mudaria suas vidas (e a história do rock), o disco ficou por décadas fora de catálogo, tornando-se item de culto entre colecionadores e fãs. Faixas como “Frozen Love” e “Crystal” são vistas hoje como prenúncios do som que tomaria o mundo com Fleetwood Mac (1975) e Rumours (1977).


O momento do relançamento não poderia ser mais simbólico. Nos últimos dias, Nicks e Buckingham postaram em suas redes sociais trechos complementares da letra de “Frozen Love” — canção que, à época, chamou a atenção de Mick Fleetwood e resultou no convite para que os dois se juntassem à banda.


Desde a saída conturbada de Lindsey em 2018, ele e Stevie estão afastados publicamente. Mas o relançamento reacende esperanças de uma possível reconciliação musical. Mick Fleetwood, em entrevistas recentes, não esconde a torcida: “Mesmo sem turnês, se eles voltassem a criar algo juntos, seria histórico.”



A ausência de Christine McVie, falecida em 2022, torna improvável uma reunião clássica do Fleetwood Mac. Ainda assim, o relançamento de Buckingham Nicks — agora nas plataformas digitais e com qualidade restaurada — parece apontar para um reencontro, ao menos artístico, entre dois dos nomes mais magnéticos do rock setentista.



Enquanto isso, Stevie Nicks confirmou que está em estúdio preparando um novo álbum solo, inspirado em “histórias reais” e “homens fantásticos” que cruzaram seu caminho. Talvez Lindsey seja um deles. Talvez sempre tenha sido.

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