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Biólogo cria o primeiro “registro vivo” do mundo com levedura viva

O experimento vem sendo chamado de “um projeto na interseção de biologia, som e música”

CRÉDITO: Psients/Instagram

O cientista e artista Mikael Hwang (AKA Psients), literalmente criou o primeiro registro eletrônico do mundo repleto de células vivas de levedura.


‘Signal’ é o primeiro meio de música vivo tocável no mundo a incluir e ser mediado por um microrganismo. O lançamento do EP foi acompanhado por uma exposição de arte, que estreou no Paradise Art Lab Festival da Coreia do Sul em 2022.


Acontece que, o registro possui uma placa de Petri hibridizada personalizada, com um material oculto dentro do registro que tornou mais fácil registrar as vibrações das células de levedura e, consequentemente, transmiti-las como áudio.


Em uma conversa com Art Style sobre sua inspiração e motivação para desenvolver o projeto, Hwang disse: “Clubes e pistas de dança são espaços essenciais para as pessoas dançarem e curtirem boa música – foi aí que minha paixão pela música eletrônica floresceu”, disse Hwang.


“Quero evoluir destes locais para exposições ou galerias onde a música e o som possam assumir um papel diferente; onde as pessoas podem ouvir, pensar e refletir sobre seus ambientes, em vez de reagir ao imediatismo de espaços, como um clube.”

O disco, que usa um método de fabricação completamente diferente dos discos de vinil convencionais, tem a música gravada fisicamente nele.


Hwang ainda falou sobre seu desejo de avançar na pesquisa científica sobre instrumentos vivos e acredita que a música eletrônica terá um futuro biológico – incluindo a capacidade de ouvir a expressão de formas de vida não humanas (por Mixmag).


Ouça o EP 'Signal' abaixo:


 


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