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Amyl & The Sniffers, Enter Shikari e Hozier se manifestam sobre Palestina e política no Reading Festival 2025

🔥 Vozes em Reading

Amyl & The Sniffers ao vivo no Glastonbury 2025
Amyl & The Sniffers ao vivo no Glastonbury 2025. Crédito: Andy Ford para NME

O Reading Festival 2025 não ficou restrito apenas à música. Durante os shows, artistas aproveitaram o palco para se posicionar politicamente — e não faltaram críticas diretas. A vocalista Amy Taylor, do Amyl & The Sniffers, interrompeu o set da banda para mandar recados claros ao público:



“Quero dizer que se foda J.K. Rowling, e quero dizer que meu coração está com o povo da Palestina. Não custa nada pensar e falar sobre esse tipo de coisa, e qualquer tipo de ação é algum tipo de ação. O que mais posso dizer? Acho que se foda o Trump, haha! É isso, e vou deixar por isso mesmo”, disse, arrancando aplausos da plateia.

O Enter Shikari também usou o espaço para tratar do conflito em Gaza. O vocalista Rou Reynolds relembrou que, já em 2010, percebia como Israel tratava palestinos como “cidadãos de segunda classe”. Quinze anos depois, destacou o aumento da violência: “Vimos o poder de fogo equivalente a seis bombas atômicas de Hiroshima lançadas sobre Gaza nos últimos dois anos, todas as escolas e universidades destruídas. Quase 300 jornalistas assassinados”.



Outro destaque foi Hozier, que conectou seu discurso à luta pela liberdade de expressão e à atuação de movimentos como a Palestine Action. “Segurança para todos no Oriente Médio significa ver uma Palestina livre de ocupação, livre desses ciclos de genocídio e violência, e significa ver uma Palestina livre para caminhar em direção à autodeterminação e à criação de um estado significativo”, afirmou.


Entre riffs, discursos e refrões, o Reading 2025 mostrou que a música segue sendo espaço de protesto — e de ecoar vozes que não podem ser silenciadas.

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